Nhoque da fortuna ganha variadas possibilidades de harmonização
Do clássico molho de queijos ao ragu de cordeiro, sommelier da Cooperativa Vinícola Garibaldi indica rótulos que equilibram diferentes versões do prato associado à prosperidade
Repleto de sabores e coringa para acompanhar molhos dos mais variados tipos, o nhoque é um prato que vai bem a qualquer hora. Mesmo que sobrem motivos gastronômicos para apreciá-lo, é possível, ainda, adicionar uma razão para trazer esse protagonista à mesa: sua associação com a prosperidade.
Isso porque, além de saboroso, o prato guarda uma certa superstição, especialmente em países como Brasil, Argentina e Uruguai. Todo dia 29 é uma oportunidade para recorrer ao chamado nhoque da fortuna, tradição popular que associa o prato à prosperidade. A explicação mais conhecida para a tradição envolve São Pantaleão, médico turco que teria vivido como peregrino no Vêneto, no nordeste da Itália. Segundo a lenda, em uma de suas andanças, o santo teria sido acolhido por uma família de agricultores, que compartilhou com ele uma refeição de nhoque. Antes de partir, Pantaleão teria rezado pela prosperidade da colheita. Depois que ele foi embora, a família encontrou moedas de ouro sob os pratos.
A história teria acontecido justamente no dia 29 e deu origem à superstição de colocar uma moeda ou nota de dinheiro sob o prato antes de comer o nhoque nessa data. Como toda lenda, existem diferentes versões do relato e outras simpatias associadas ao ritual, como comer sete pedaços de nhoque em pé e fazer um pedido. Se funciona ou não, o certo é que tentar é uma delícia. E melhor ainda se harmonizados com vinhos e espumantes que a Cooperativa Vinícola Garibaldi sugere. O sommelier André Luís Rech indica quais mais combinam com os diferentes tipos de nhoque.
Nhoque com molho de queijos + Espumante Garibaldi Chardonnay
A harmonização de nhoque com molho de queijos é indicada com um espumante Brut. O sabor encorpado do prato e a cremosidade do molho de queijos encontra equilíbrio na estrutura e potência desse borbulhante. “Elaborado pelo método Charmat, apresenta acidez, refrescância e sabor para segurar a estrutura do nhoque”, salienta Rech.
Nhoque com molho bolonhesa + Vinho Garibaldi Memórias Pinot Noir
O clássico molho bolonhesa pede um vinho com um pouco mais de intensidade e estrutura – nesse caso, o Garibaldi Memórias Pinot Noir, um vinho rosé elaborado 100% com a variedade que o nomina. “Ele apresenta estrutura para equilibrar o sabor marcante do molho com tomate e carne, além de ter acidez para limpar o paladar e pedir a próxima garfada”, diz o sommelier.
Nhoque com molho pesto + Vinho Garibaldi In Veritas Pálava
Saindo das harmonizações mais óbvias, a combinação entre o nhoque ao molho pesto e o Garibaldi In Veritas Pálava parte de um princípio importante: o equilíbrio entre o peso do prato e o do vinho. De perfil aromático intenso, mas com leveza e acidez marcantes, o Pálava encontra no pesto um parceiro à altura. “O molho, embora mais leve que preparações à base de queijos cremosos, apresenta boa intensidade aromática, casando com a proposta do vinho, que entrega a mesma complexidade e leveza”, avalia Rech.
Nhoque com ragu de cordeiro + Vinho Garibaldi VG Ancellotta
Para um prato que apresenta mais potência e sabor, um vinho proporcional. Caso do Garibaldi VG Ancellotta, que apresenta características aromáticas de frutas negras, defumado, cacau e café, aportados pela passagem de 10 meses em madeira. “Sua estrutura e intensidade acompanham a robustez do ragu de cordeiro, criando uma harmonização equilibrada”, diz.
Nhoque na manteiga e sálvia + Espumante Garibaldi VG Extra Brut
O nhoque na manteiga e sálvia reúne leveza e uma agradável untuosidade. Para acompanhar o prato, o espumante Garibaldi VG Extra Brut oferece o equilíbrio ideal, com textura cremosa, resultado da elaboração pelo método Charmat longo, conferindo também um perfil aromático delicado, boa acidez e complexidade. “Isso casa perfeitamente com o prato, marcando na memória de quem prova essa experiência”, diz Rech.
A história do nhoque
A iguaria teria nascido muito antes da chegada da batata – hoje um ingrediente indissociável ao preparo – à Europa, no século 16. A literatura a respeito dá conta que o prato surgiu na antiga Roma, sendo feito com uma massa semelhante a um mingau de semolina misturada com ovos. Outros relatos também apontam que, ao longo do tempo, ele se popularizou na Itália como alternativa à falta de outros alimentos, sendo preparado a partir de sobra de pão, que era ralado e misturado com um pouco de farinha e água. Essa combinação resultava numa massa moldada em pequenos pedaços, os tais nhoque, do italiano ‘gnocchi’ – nome provavelmente originado da palavra italiana ‘nocchio’, que significa nó na madeira.
Na Itália, o prato foi ganhando diferentes versões conforme as regiões e os ingredientes disponíveis. O nhoque de batata, hoje um dos mais tradicionais, se consolidou posteriormente. A versão clássica tem poucos ingredientes: batata, farinha de trigo, ovo e sal, embora existam receitas tradicionais que não utilizem ovo. As batatas são cozidas, preferencialmente com casca, para absorver menos água, amassadas e misturadas aos demais ingredientes até formar uma massa leve, que é moldada em rolinhos e cortada em pequenos pedaços. Os nhoques podem receber os tradicionais sulcos feitos com garfo e são cozidos em água fervente com sal até subirem à superfície, quando estão prontos para receber o molho.
Cooperativa Vinícola Garibaldi sugere vinhos e espumantes para brindar cada estilo de pai
Seleção de rótulos inspira pais e filhos a renovarem afetos celebrando a data com brindes
Cada pai tem seu jeito. Dos que não perdem a oportunidade de reunir a família ao redor da mesa aos que estão sempre dispostos a festejar a vida, o principal ingrediente da comemoração do Dia dos Pais, independentemente do estilo de cada um, continua sendo o tempo compartilhado. A data de renovação de afetos e de celebração de vivências, no próximo dia 9 de agosto, é sempre uma oportunidade para criar novos laços entre pais e filhos, o que fica sempre melhor – e saboroso – ao abrir um bom vinho ou espumante para celebrar a data. Pensando nisso, a Cooperativa Vinícola Garibaldi preparou uma seleção de rótulos para diferentes perfis de pais. Identifique qual mais combina com o seu e erga um brinde para comemorar quem sempre esteve presente nos momentos mais importantes da família.
Para o mestre do churrasco: Para o pai que faz da churrasqueira um ponto de encontro da família e dos amigos, a sugestão é o vinho Garibaldi Acordes Merlot. Encorpado e estruturado, o vinho amadurece por 12 meses em barricas de carvalho, desenvolvendo aromas de frutas negras maduras, especiarias e notas de baunilha. “A combinação é perfeita para carnes assadas, cortes mais gordurosos e receitas preparadas no churrasco”, aponta o sommelier da cooperativa André Luís Rech.
Preço: R$ 120,00
Para o chef italiano da família: Há também aquele pai que transforma cada almoço de domingo em um verdadeiro banquete à italiana. Para ele, a indicação é o vinho Garibaldi VG Ancellotta, elaborado com uma tradicional variedade da Itália. Potente, estruturado e versátil, o vinho harmoniza com massas, molhos à base de carne, queijos maturados e pratos clássicos da culinária italiana, como uma macarronada com filé e parmesão ou uma polenta mole com ragu.
Preço: R$ 80,00
Para o pai festivo: Existem pais que fazem de qualquer conquista um motivo para reunir a família e brindar. Para esse perfil, o espumante Garibaldi Acordes Extra Brut é a escolha ideal. Elaborado pelo método Tradicional com uvas Chardonnay e Pinot Noir, permanece 24 meses em contato com as leveduras na própria garrafa, resultando em um espumante elegante e complexo.
Preço: R$ 75,00
Para o pai moderno: Pais que apreciam novidades encontram no vinho Garibaldi VG Alvarinho um presente à altura. Embora a variedade seja conhecida por vinhos leves e refrescantes, esta versão ganha quatro meses de maturação em contato com carvalho. “Isso torna o produto aveludado, untuoso e gastronômico”, diz Rech. Um branco ótimo, por exemplo, para acompanhar desde peixes e frutos do mar até pratos contemporâneos e, claro, para curtir momentos de descontração.
Preço: R$ 110,00
Queijos, vinhos e espumantes: como acertar na harmonização
Especialistas da Cooperativa Santa Clara e da Vinícola Garibaldi dão dicas para curtir essa combinação
Um dos mais celebrados encontros gastronômicos, o casamento de queijos com vinhos e espumantes tem o poder de transformar a degustação de uma simples tábua em uma experiência sensorial completa. A combinação certa realça sabores, equilibra texturas e permite explorar os sentidos.
Para ajudar a decifrar essa equação, o supervisor de Food Service da Cooperativa Santa Clara, Júlio César Sandrin, formado pelo ICIF (Italian Culinary Institute for Foreigners) e com mais de dez anos de atuação no segmento gastronômico, e André Luís Rech, sommelier da Cooperativa Vinícola Garibaldi, explicam os critérios que definem uma boa harmonização e as combinações que funcionam na prática.
Cremosidade, textura, gordura, tempo de maturação e a quantidade de sal do queijo, além dos acompanhamentos escolhidos, são os principais critérios levados em conta na hora de harmonizar. Esses detalhes ajudam a compor uma combinação equilibrada. “Harmonizar queijos com vinhos e espumantes não é uma fórmula fixa, mas um exercício de equilíbrio entre textura, intensidade e complementaridade de sabores. A melhor forma de descobrir o que funciona para o seu paladar é experimentando”, consensuam os especialistas.
Por onde começar
Para quem está começando a explorar harmonizações, uma dica certeira é: queijos mais cremosos funcionam melhor com vinhos brancos e espumantes de maior acidez, enquanto queijos mais maturados e encorpados pedem vinhos tintos.
A textura e a intensidade do queijo são o que definem, na prática, qual bebida escolher. Queijos cremosos, como Brie, Camembert e Ricota, combinam com produtos de maior acidez, como vinhos brancos ou espumantes com gás carbônico, mas devem evitar tintos encorpados: a proteína do leite reage com os taninos do vinho e deixa um sabor amargo na boca, explica Sandrin. Já os queijos curados e mais duros, como Parmesão, Grana e Pecorino, pedem vinhos tintos, cuja estrutura tânica complementa a textura mais firme do queijo, embora também aceitem espumantes mais estruturados e vinhos brancos complexos. No caso dos queijos fortes e intensos, como o Azul e o Roquefort, a indicação são vinhos e espumantes mais adocicados, como demi-sec ou moscatel, que equilibram a potência do queijo pelo contraste, ou tintos com bastante álcool e aromas frutados.
Nesse universo de múltiplas possibilidades, alguns cuidados são necessários. Um equívoco comum é presumir que o vinho tinto combina com qualquer queijo. “Muitos combinam melhor com brancos e espumantes. É importante respeitar a intensidade dos sabores, evitando que um dos dois elementos se sobreponha ao outro”, explica. Rech lembra que o espumante é um dos mais versáteis para esse tipo de combinação.
Servir o queijo gelado é outro deslize recorrente: o ideal é retirá-lo da refrigeração pelo menos 20 minutos, para que atinja a temperatura de consumo e revele melhor sua cremosidade e complexidade, indica Sandrin.
A tábua ideal para receber convidados
Para quem vai receber convidados em casa e busca uma tábua versátil, capaz de harmonizar tanto com espumantes quanto com vinhos tintos e brancos, a dica é a combinação de burrata, brie, minas meia cura e gruyère, acompanhados de mel, pasta de morango ou geleia de frutas vermelhas, uvas frescas, pera fatiada, castanhas como amêndoas e nozes, e pães artesanais ou torradas.
Para uma versão mais estruturada, a sugestão passa por burrata com mel, brie com pasta de morango, gruyère com azeite de oliva extravirgem, cheddar com geleia de bacon e cebola caramelizada e vaccino romano com pão de cacau e raspas de laranja, complementados por uma charcutaria de salame Milano e salame italiano, além de nozes e castanhas, damasco, figos frescos, mel, azeite extravirgem e pães artesanais com grissinis. A partir dessa tábua mais estruturada, os especialistas detalham o que esperar de cada combinação e por que a bebida escolhida funciona com cada queijo.
Burrata com mel — Espumante Acordes Extra Brut
O queijo puxa notas de leite fresco, manteiga, creme de leite e iogurte suave, enquanto o mel acrescenta doçura e nuances florais à cremosidade extrema da burrata. A combinação encontra no Espumante Garibaldi Acordes Extra Brut o parceiro ideal: elaborado pelo método tradicional a partir de Chardonnay e Pinot Noir, com no mínimo 24 meses de amadurecimento, o espumante desenvolve aromas de damasco, amêndoas e notas de torrefação que dialogam com o dulçor do mel, enquanto sua estrutura e acidez sustentam a cremosidade do queijo sem pesar.
Minas meia cura com caramelo salgado — VG Nature
Manteiga, castanhas, leite cozido, caramelo e uma leve nota mineral do sal marcam essa combinação: o queijo tem sabor lácteo intenso e levemente amanteigado, e o caramelo salgado cria contraste entre doçura e salinidade. A ligação vem do palato seco do Espumante Garibaldi VG Nature Blanc de Blanc, elaborado 100% com Chardonnay e classificado como Nature, a categoria com menor teor de açúcar entre os espumantes, que faz a ponte entre o açúcar do caramelo e a salinidade do queijo, cortando a gordura sem deixar a combinação enjoativa.
Gruyère com azeite de oliva — VG Marselan
O gruyère tem sabor marcante, levemente adocicado, com notas de nozes, avelãs e frutos secos, enquanto o azeite agrega untuosidade e notas herbáceas. A estrutura do Vinho Garibaldi VG Marselan, 100% Marselan, com dez meses de maturação em carvalho francês, quebra a untuosidade do azeite, e seu toque mentolado, característico do rótulo, conversa diretamente com o lado herbáceo do azeite.
Brie com pasta de morango — VG Brut Rosé
A cremosidade típica do brie, com notas de manteiga, cogumelos frescos e creme, encontra na pasta de morango um contraponto frutado e levemente adocicado. O Espumante Garibaldi VG Brut Rosé, elaborado com Chardonnay e Pinot Noir e maturado por 12 meses em autólise, tem estrutura e acidez ideais para acompanhar o queijo, e sua semelhança de aromas, com notas de framboesa, morango e cereja, faz a combinação funcionar por afinidade, não por contraste.
Cheddar com geleia de bacon e cebola caramelizada — Garibaldi Merlot
O cheddar tem intensidade elevada e uma picância natural, e a geleia de bacon com cebola caramelizada acrescenta notas defumadas, dulçor e profundidade aromática: o resultado é uma combinação robusta, com equilíbrio entre salgado, doce e umami. O Vinho Garibaldi Merlot Reserva, com seis meses de maturação em carvalho francês e notas de frutas vermelhas, manteiga e chocolate, tem corpo suficiente para equilibrar essa complexidade, e o contato com a madeira aporta o toque defumado que casa com o bacon.
Vaccino romano com pão de cacau e raspas de laranja — VG Ancellotta
A maturação de 12 meses do vaccino romano resulta numa massa dura e compacta, de sabor levemente salgado, frutado e intenso. O pão de cacau, com o leve dulçor da casca de laranja e um cítrico discreto, completa o Vinho Garibaldi VG Ancellotta, 100% Ancellotta, maturado por dez meses em carvalho francês e americano, que traz aromas de mirtilo, ameixa e especiarias com notas tostadas, e cuja estrutura equilibra o sabor intenso do queijo mais maturado.
Charcutaria (salame Milano e salame italiano) — Acordes Merlot
O salame Milano tem textura mais macia e sabor delicado, enquanto o salame italiano é mais intenso e condimentado; juntos, equilibram gordura, salinidade e especiarias. O Vinho Garibaldi Acordes Merlot, maturado por 12 meses em barrica, com fermentação malolática realizada na própria madeira, é mais encorpado e potente, com aromas de cereja, caramelo, cacau e café, e pede justamente pratos de mais estrutura e sabor, como a charcutaria: a madeira do vinho equilibra a gordura e realça as especiarias utilizadas na cura.
Dia da Pizza ganha parceria ideal com vinhos e espumantes
Cooperativa Vinícola Garibaldi traz propostas saborosas para degustar a data
A pizza está entre os pratos mais democráticos que existem: cada um tem o recheio preferido, do clássico queijo às combinações mais ousadas, mas dificilmente alguém resiste à massa fina, ao queijo derretido e a um bom molho. Nesta sexta-feira, 10 de julho, essa unanimidade ganha um motivo a mais para ser celebrada: é o Dia da Pizza.
Seja fazendo sua própria receita em casa, chamando uma tele-entrega ou indo a sua pizzaria favorita, programa-se para essa saborosa celebração. E aproveite para colocar em prática uma sugestão capaz de tornar essa experiência gastronômica ainda mais completa: aprecie sua pizza com um vinho ou um espumante. Você nem precisa ser um profundo conhecedor dos nuances da enologia para acertar na harmonização – a regra é encontrar a combinação que mais agrada o seu paladar. E sabe qual a melhor forma de descobri? Experimentando!
Para ajudar você nessa deliciosa missão, a Cooperativa Vinícola Garibaldi tem algumas dicas:
– Se as pizzas de queijo são as suas preferidas – muçarela, gorgonzola e parmesão – uma sugestão é escolher bebidas que não comprometam o paladar, como um vinho branco Chardonnay, com boa acidez, que enfrenta muito bem a gordura dos queijos sem pesar a refeição.
Sugestão de harmonização: Vinho Garibaldi Memórias Chardonnay.
É essa acidez refrescante, com aromas de maracujá e abacaxi e um leve toque vegetal, que faz o Chardonnay funcionar bem com pizzas de queijo: o vinho corta a gordura da muçarela, do gorgonzola e do parmesão a cada gole, sem pesar a refeição nem disputar espaço com o sabor do queijo.
– Para os fãs dos sabores de pizza que levam condimentos, como calabresa e salame, vale experimentar bebidas refrescantes e cremosas. Um espumante Extra Brut é uma ótima opção para harmonizar com o sabor calabresa – um dos mais pedidos.
Sugestão de harmonização: Espumante Garibaldi VG Extra Brut
As borbulhas finas e a acidez equilibrada desse espumante Charmat longo, com aromas de abacaxi, pão tostado e um leve toque mineral, cortam a gordura da calabresa e refrescam o paladar entre uma fatia e outra, sem se perder diante do tempero mais marcante do embutido.
– As pizzas menos condimentadas, como as de filé, picanha e strogonoff, pedem um vinho mais leve, que potencialize o paladar das carnes utilizadas no preparo das receitas – ou seja, vá de merlot.
Sugestão de harmonização: Vinho Garibaldi Memórias Merlot Reserva.
Os taninos macios e o corpo moderado desse tinto, maturado por oito meses em carvalho francês, evitam que o vinho se sobreponha ao sabor mais delicado do filé e da picanha, enquanto as notas de manteiga e chocolate conversam bem com o toque cremoso de receitas como o strogonoff.
– Quem gosta de uma boa Marguerita pode combiná-la com um prosecco leve e refrescante, uma vez que as ervas utilizadas nessa pizza irão destacar as características gustativas do espumante.
Sugestão de harmonização: Espumante Garibaldi Prosecco Rosé – o primeiro do Brasil.
Os aromas florais e cítricos desse espumante, elaborado com Prosecco e Pinot Noir, dialogam diretamente com as ervas frescas da marguerita, e a acidez equilibrada acompanha o molho de tomate sem competir com ele, resultando numa combinação leve e refrescante.
– Na hora da sobremesa, a pizza de chocolate com morango é um clássico, e combina muito bem com um espumante Moscatel refrescante e de acidez equilibrada.
Sugestão de harmonização: Espumante Garibaldi Moscatel.
A doçura equilibrada desse espumante, elaborado com uvas Moscato, acompanha o morango sem disputar espaço com o chocolate, e a acidez refrescante evita que a combinação de sabores doces fique enjoativa.
Quem não abre mão de uma pizza só de chocolate vai adorar degustá-la com uma boa taça de vinho tinto – a dica é um tinto jovem, de sabor mais intenso que contrapõe ao sabor do doce.
Sugestão de harmonização: Vinho Granja união Tannat.
O corpo robusto e os taninos mais firmes desse tinto, maturado em contato com carvalho, dão ao Tannat a intensidade necessária para contrapor o dulçor concentrado do chocolate puro, sustentando o próprio sabor sem se perder diante da sobremesa.
Elixir da longevidade: por que o suco de uva integral deve estar no seu copo hoje
Muito além do sabor, a bebida icônica da Cooperativa Vinícola Garibaldi entrega doses diárias de antioxidantes e energia pura para todas as idades.
Depois de um período de retração no consumo em 2025 pelo pequeno volume de safra, o suco de uva integral tem recuperado espaço no mercado nacional. A boa performance apresenta um crescimento superior a 40% em relação ao ano passado, consolidando 6 milhões de litros de suco de uva comercializado em território nacional no primeiro semestre deste ano. Essa relação, ainda, acompanha a crescente procura por uma alimentação mais equilibrada, pautada na qualidade dos alimentos e na qualidade de vida.
Neste aspecto, o suco de uva integral, cuja fórmula contém uva e nada além disso, reúne todos os predicados. Como derivado de uva, ele conserva cor, aroma e sabor da fruta. Mas também seus essenciais compostos naturais, os famosos polifenóis, alvo de diversos estudos científicos devido a seus benefícios associados à saúde. Essas substâncias, produzidas naturalmente pela videira, são responsáveis por boa parte das propriedades funcionais da bebida. “Os polifenóis têm várias ações benéficas à saúde. Dentre elas estão ações antioxidante e anti-inflamatória e também o efeito vasodilatador”, explica a biomédica Caroline Dani, pesquisadora há anos das propriedades da bebida, com doutorado sobre o tema e responsável por diversos artigos na área.
O suco de uva integral, portanto, é rico nesses compostos que auxiliam na proteção do organismo contra processos inflamatórios e oxidativos, fatores relacionados ao desenvolvimento de diversas doenças. Os polifenóis, por exemplo, ajudam a proteger as células da ação dos radicais livres. Isso contribui para que elas não passem por uma mutação, prevenindo o surgimento do câncer. Esses compostos bioativos também contribuem para manter as paredes dos vasos sanguíneos limpas, diminuindo as chances do surgimento de doenças cardiovasculares. O consumo da bebida também está associado à prevenção de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer.
Além dos polifenóis, como o resveratrol, talvez seu antioxidante mais conhecido, o suco de uva reúne outros componentes importantes. “Falo de alguns que têm um efeito tão ou maior em relação à capacidade antioxidante, como as antocianinas, importantíssimas para a microbiota intestinal, assim como os taninos, que também têm esse efeito, e outros ácidos, como o gálico, outro importante antioxidante”, comenta Caroline.
Os estudos relacionados ao consumo do suco de uva já demonstraram, também, associação ao fortalecimento da imunidade, justamente porque a bebida melhora a microbiota. Esse conjunto de microrganismos que habita o intestino desempenha funções essenciais para o organismo. “Hoje a gente sabe que a microbiota intestinal está diretamente relacionada à nossa capacidade imunológica. Por isso, ter uma microbiota intestinal equilibrada acaba trazendo proteção para a saúde e ajudando na prevenção de várias doenças”, afirma Caroline.
Os efeitos positivos do suco também alcançam quem pratica atividades físicas, uma vez que a bebida é igualmente rica em frutose, que vira energia nas quantidades ideais. Por ser fonte natural de carboidratos e compostos bioativos, o suco de uva é um aliado tanto antes quanto depois dos exercícios. “A gente costuma dizer que ele é um ótimo pré e pós-treino. Um pré-treino porque faz uma oferta de carboidrato e de polifenóis. E no pós-treino porque além de repor o carboidrato, ainda repõe esses polifenóis que são importantes anti-inflamatórios”, explica. Para ela, tais fatores deveriam ser mais bem explorados para a comunidade consumidora. “É preciso vincular o consumo do suco a práticas esportivas, à alimentação natural, à prevenção de doenças, à importância do equilíbrio da microbiota intestinal, isso é fundamental, por exemplo, para pensarmos em crianças saudáveis”, diz.
Isso também porque outro diferencial do suco está em sua versatilidade. Ao contrário das bebidas alcoólicas derivadas da uva, como o vinho, o suco integral pode ser consumido por pessoas de todas as idades. “Temos estudos com crianças, adolescentes, adultos e idosos mostrando que, para todas as idades, o hábito de consumir suco de uva melhora o desempenho, melhora os parâmetros de inflamação e melhora o colesterol”, ressalta. Embora o consumo da bebida possa integrar hábitos saudáveis, a especialista lembra que seus benefícios estão associados a um contexto mais amplo de qualidade de vida. “O suco é um elemento importantíssimo, mas a gente tem muito do estilo de vida que envolve prática de exercício físico, convivência com as pessoas, bem-estar social e descanso. São vários fatores que acabam ajudando”, reforça.
A recomendação geral de consumo é de cerca de 200 mililitros por dia para crianças e até 400 mililitros para adultos, sempre considerando a orientação de profissionais de saúde e a composição geral da dieta. Para Caroline, aliás, o fato de envolver e beneficiar toda família é um dos motivos para incluir o suco na dieta alimentar. Junto a esse, ela aponta o fato de a bebida ser uma grande aliada à saúde humana e estar ligada à prevenção de doenças. Essencial, portanto, a quem busca bem-estar e qualidade de vida.